24.1.11

Apesar de cada vez mais presente na vida de todos, a Internet continua largamente ignorada por escritores de "ficção literária". Alguns autores estão tentando lidar com a rede em seus romances.

22.1.11

Robôs em formas humana e animal apelam a algo enterrado em nós e prometem uma conexão mútua que não podem fazer. Sherry Turkle se preocupa com o nosso senso de humanidade num futuro de máquinas falsamente empáticas.
When a 13-year-old girl can sit in math class, hide her Hello Kitty smart phone behind her textbook, and pull up such an extreme video in less time than it would take her to text a vote for her favorite American Idol contestant, we’ve certainly reached some kind of new societal landmark. It’s important, however, to distinguish between what has changed and what hasn’t.

16.1.11

A fantasia paranóica de um é a oportunidade de lucro de outro. Apresentando: um escudo contra radiação para grávidas.

12.1.11

O Ztype é uma mistura de invasores do espaço com aula de digitação. Ótimo para mim, um dos piores digitadores do mundo.
Como muitos mestres constantes, o Dungeon Master dessa história da New Yorker tem problemas.
A primeira década do que pensávamos com O Futuro terminou e continuamos nos sentindo no presente chato de sempre. Algumas idéias sobre o assunto.

8.1.11

Book lovers, you can exhale. The printed, bound book has been given a stay of execution by an unlikely source: the design community. In this Kindle-and-iPad age, architects, builders and designers are still making spaces with shelves — lots and lots of shelves — and turning to companies like Mr. Wines’s Juniper Books for help filling them.

6.1.11

Porque a marca da Olimpíada do Rio é uma merda? Mário AV explica.

3.11.10

All of which is to say you’re not necessarily hemmed in by realism, or naturalism of any kind. This is a field that combines, on the one hand, the novel and the poem and the slogan and the news story, and on the other hand every stop from pointillism to cave painting. Understand comics as the marriage of word and picture, as simple as that, and you’ll get a sense of how broad the medium’s reach really is.
Como é a vida na Estação Espacial Internacional?
Teleporte-se ao acaso pelo mundo do Google Streetview com o MapCrunch.

24.10.10

23.10.10

But I'm not a politician, scientist, engineer or financier. I'm just a visionary novelist. I can advocate some things and maybe increase some public awareness of things. Practically speaking, I am not a major actor in this old, colossal, dreadful story. I am just a talkative artist, someone who can smell that future coming. I do smell it. I smell it every day. It smells like your home, on fire.

13.10.10

Departamento de Aquisições

A temporada de aniversário já começoi.



1.10.10

A Idiot's Books publica livros bastante peculiares e divertidos - disponíveis integralmente na rede e que vão lhe ocupar poucos minutos. The Baby is Disappointing é particularmente divertido. (Queria ter pilhas para quem insiste que seu bebê igual a todos os outros é megafantástico.)

26.9.10

O Times selecionou algumas das suas páginas de opinião dos últimos quarenta anos e a Paris Review disponibilizou seu arquivo de entrevistas.

Admitamos: foi para fazer coisas assim que estudamos jornalismo.

17.9.10

A Slate está publicando uma série sobre com a interação entre pares dá origem à criatividade. A primeira dupla analisada é de músicos pop.

14.9.10

Anúncios de cigarros e bebidas alcoólicas japoneses do final do século XIX ao meio do século XX. O do cavalo voador é o mais genial de todos.

13.9.10

You think I'm stupid. You think I'm immature. You think I'm a malformed, pathetic excuse for a font. Well think again, nerdhole, because I'm Comic Sans, and I'm the best thing to happen to typography since Johannes fucking Gutenberg.

11.9.10

Embora a versão da Disney seja a mais conhecida, Branca de Neve tem uma longa história.

9.9.10

Recado para o pessoal que pinga vodka no olho: dizem por aí que enema também funciona.

7.9.10

As entrevistas com William Gibson são sempre cheias de momentos de sabedoria profunda. Zero History, o mais novo livro dele, já disparou uma nova onda de entrevistas com o autor.

5.9.10

2.9.10

Essas fotos de chineses em frente as suas casas, supostamente com todas as suas posses, apela a nós, ocidentais cheios de coisas. Ter coisas é ter que cuidar delas, guardá-las, pensar nelas - a "carga cognitiva". E é mais da carga cognitiva do que das coisas que queremos cuidar.

Embora não seja particularmente apegado a coisas materiais - me desfaço de livros e roupas facilmente, hesito muito antes de comprar, detesto objetos com um só fim - quero muito ter as coisas certas. Desejo há anos um terno, o conjunto de jantar que foi da minha avó, alguns livros da minha infância, uma televisão que adio há meia década.

Como muita gente, tenho a fantasia de um mundo que caiba em uma mochila - de poder bater a porta e deixar minha vida para trás. Minha desculpa para não fazer isso é toda a estrutura médica necessária à minha sobrevivência. Se estou preso a ela, que diferença fazem algumas centenas de coisas a mais?

Qual é a sua desculpa?
William Gibson reflete sobre o papel do Google no mundo contemporâneo.

31.8.10

A técnica não vai em uma só direção, como indicam essas dez tecnologias que se perderam no tempo.

20.8.10

A pessoa mais isolada do mundo - até onde se saiba - é um índio de uma tribo desconhecida na Amazônia. Entre seus hobbies está cavar buracos.

10.8.10

As histórias dos elementos da tabela periódica ficam incompletas sem sabermos a cara que eles têm.

9.8.10

Estou há mais de um mês sem celular e, sinceramente, me faz muito pouca falta. não que eu seja grande usuário - às vezes ele passa semanas sem tocar - mas viver sem o telefoninho é esse drama todo?

4.8.10

Discordo do Laerte. A tira é claríssima.

31.7.10

O experimento de Rosenhan confirma algo de que suspeitei desde o princípio.

30.7.10

Um comentário sobre os seis volumes de Scott Pilgrim. Além dos problemas usuais - como a insistência na questão da identificação - o autor conseguiu deixar de lado questões importantes da série.
Quem já puxou - ou tentou puxar - conversa com desconhecidos por conta da capa do livro que liam vai perder algo importante com os e-books.

27.7.10

Forró em Vinil :Todas as suas necessidades forrozísticas em um só lugar!
Uma seleção de grandes - no tamanho, mas principalmente na qualidade - artigos de revistas. Eu li cinco deles pelos anos e todos são excelentes. Se os outros forem no mesmo nível, valem as horas gastas.
Sobre o rápido surgimento e desaparecimento das palavras ligadas aos computadores. Parte de um especial sobre vocabulário e Internet.

25.7.10

Nós todos percebemos o cuidado com os figurinos em Mad Men. Já os cuidados com a linguagem são menos perceptíveis para quem não tem o inglês como primeira língua.
Woody Allen por si mesmo: um medíocre.

24.7.10

It is inevitable that we forget our Chinese characters unless we make a special effort to practice writing a few hours each week, and who has time for that?
Um texto velho - de 2004 - sobre porque os escritores param de escrever. Da New Yorker.

14.7.10

O Deputado Federal Zequinha Marinho criou um projeto de lei que proíbe a adoção por casais gays e que quer limitar a definição de família à necessidade de um casal heterossexual. Como sempre, a desculpa é proteger as crianças - de constrangimentos, de confusão e, imagino eu, de ganhar presente de Natal, ter tios, ser amada e tal e tal.

Xingue muito no seu twitter.

10.7.10

Traficantes estão misturando crack à maconha para viciar mais gente. Isso não aconteceria se a erva fosse legalizada.

7.7.10

Fazer pesquisa científica no Brasil é ainda mais difícil do que você imagina.

4.7.10

Legalizar a maconha pode ser organizado e lucrativo para o Estado, como mostra a experiência do Colorado.
Eye Candy:A arte de Akira.
Se eu morasse em San Francisco, estaria correndo agora para essa sorveteria.

2.7.10

Departamento de Aquisições





25.6.10

While nobody was paying attention, food quietly assumed the place in youth culture that used to be occupied by rock 'n' roll -- individual, fierce and intensely political, communal yet congenial to aesthetic extremes.

21.6.10

18.6.10

Atenas dá um aviso importante para quem se empolga com as Olimpíadas no Rio.

17.6.10

During the months after my father's debilitating stroke, his second wife divorced him, his bank accounts were emptied, his furniture disappeared, the cat ran away and a trio of booksellers purchased his book collection. When my father eventually regained his senses, he telephoned me with what really bothered him: "Where the hell are my books?"
Bruce Sterling, em uma entrevista sobre cidades.

16.6.10

Na Bélgica, os leitores financiam álbuns de quadrinhos antes deles estarem prontos.

15.6.10

Além de ser Shabbat Goy, outra opção étnica de carreira é ser um ocidental fingindo trabalhar para uma companhia chinesa.

14.6.10

Dia de Gibi Novo: The Push Man and Other Stories

Quando ouve-se falar em mangá, ouvimos dizer que há mangás sobre todos os temas e para todas as idades. Mas dificilmente vemos algo que não seja para o público infantil ou adolescente nas bancas ou livrarias - mesmo em edições americanas. The Push Man and Other Stories, de Yoshihiro Tatsumi, é um desses mangás que mostra a amplitude do gênero.

O volume coleciona histórias curtas publicadas no final da década de 1960. São histórias que ficam entre contos realistas contemporâneos e histórias de terror. O cotidiano se mistura a situações atrozes. Contos de assassinatos, prostituição e perversões sexuais são narrados de maneira melancólica e seca, tão sem sensacionalismo quanto os temas permitem.

O traço de Tatsumi é típico dos mangás da época: personagens caricatos e cenários extremamente detalhados. Os seus protagonistas parecem quase sempre seguir o mesmo modelo: um homem de trinta e poucos anos de feições brutas e olhos pouco inteligentes - um retrato convincente do homem comum que as histórias retratam.

Apesar da preferência por representar um mundo-cão, as histórias de The Push Man são muito interessantes. Tanto por seu retrato pouco espetacular do Japão de algumas décadas atrás quanto pela economia narrativa presente nessas histórias de oito páginas.

8.6.10

Viver de graça é o sonho freegan, mas ele parece dar muito trabalho.

7.6.10

Jack Chick é possivelmente o autor de quadrinhos mais lido no ocidente. Você conhce, mas não deve estar ligando o nome à pessoa.

6.6.10

Departamento de Aquisições






Finalmente, um dos grandes clipes da história no YouTube.

4.6.10

Invasões soviéticas, plantações de papoula, fundamentalismo islâmico e ocupação americana fizeram o Afeganistão regredir décadas, como mostram essas fotos dos anos 50.

1.6.10

Usar a Internet e fazer várias coisas a mesmo tempo já são tão integradas à vida cotidiana que não fazê-los chama a atenção. Exemplos disso são o experimentos de se concentrar em uma coisa por vez durante um mês, se desligar da Internet ou fazer jornalismo totalmente offline.